quarta-feira, 5 de junho de 2019

BRASIL: Polícia apreende 8 alunos que jogaram livros e carteira contra professora


Alunos foram apreendidos em flagrante e passaram a noite na delegacia de Barueri. (Foto: Reprodução/YouTube)

A Polícia Civil apreendeu em flagrante, nesta segunda-feira (3), oito dos 10 alunos do 7º ano acusados de arremessar livros e carteiras contra uma professora em sala de aula. O caso aconteceu na Escola Estadual Maria de Lourdes Teixeira, em Carapicuíba, na última sexta-feira (31).
Os estudantes foram autuados por associação criminosa, e devem responder por atos infracionais de dano ao patrimônio público, tentativa de lesão corporal contra a professora, injúria e ameaça.
Os pais deverão custear os valores dos bens que foram danificados, segundo a Secretaria de Educação do Estado.
De acordo com a polícia, os outros dois estudantes não foram apreendidos porque não foram encontrados. Eles também deverão responder pelos mesmos atos infracionais.
Os 8 estudantes fizeram exame de corpo de delito, passaram a noite na Delegacia da Polícia Civil de Carapicuíba e deverão prestar depoimento na Vara da Infância e da Juventude na manhã desta terça-feira (4).
As agressões foram gravadas, e o vídeo que circula nas redes sociais mostra as cenas de vandalismo. Os alunos jogam objetos, gritam, chutam carteiras e estimulam a violência contra a docente.
Veja o vídeo:
A professora de português, de 45 anos, está internada com quadro de estresse.
A Diretoria Regional de Ensino de Carapicuíba afirmou, por meio de nota, “que repudia todo e qualquer ato de violência dentro e fora do ambiente escolar”.
TRANSFERÊNCIAS
Já a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo anunciou que sete alunos foram suspensos e que os dez estudantes envolvidos serão transferidos compulsoriamente de unidade.
A escola para qual cada um irá ainda não foi definida, mas, segundo a Secretaria de Educação do Estado, não há condições de mantê-los na unidade de Carapicuíba. A pasta ainda detalhou a necessidade de distribuí-los em diferentes escolas.
O Conselho Tutelar acompanha e a Polícia Civil investiga o caso.
Edição: Denílson Freitas/vejaphb.com.br com informações do G1

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